De origem sueca e feita de silicone… em tamanhos que variam de 1.50 à 1.75cm. A textura da pele detém aproximadamente 99,8% de semelhança com a pele humana; possui durabilidade de 2 anos, sob regime de uso constante e diário; é completamente regulável, basta “colocar-la” na posição adequada e ela se acomoda. Tem 100 sensores espalhados pelo corpo, 30 apenas na zonas erógenas. Cada um dos sensores faz com que ela se movimente levemente de alguma forma, podem existir 20 combinações concomitantes.
Ao ser penetrada, ela emite um som leve e macio que ecoa generosamente nos ouvidos. Vem com sonorização embutida na garganta e reconhece até 16 comandos (Português está incluído) “extremamente personalizados” (à no máximo 2,0m de distância dos seus “ouvidos”). Quando existe algum tipo de pulsação dentro das suas zonas erógenas, ela emite leves gemidos de resposta aos estímulos.
NÃO É ELÉTRICA (o que é um alívio, já pensou se na hora H entra em curto?) Não fala; Não fica menstruada; Não engravida; Não vê novela, nem se incomoda se estamos vendo futebol na TV; Não compra roupas, nem sapatos; Não tem mãe (ISSO É MUITO IMPORTANTE); Não vai ao salão de beleza; Não tem dor de cabeça; Não nos acompanha na cervejada com os amigos; Não engorda, nem envelhece.
O único inconveniente é que custa cerca de US$ 6.000, ainda assim é um ÓTIMO CUSTO/BENEFÍCIO.

Editado por Cubo ID em 27/04:
Recebemos este comentário sobre o blog, e deduzo ser relacionado à este post.
Enéias wrote:
“Olha… sinceramente eu não entendi…
Onde vcs querem chegar com estes posts pornográficos e de baixo calão!
Só podia ser nesta espelunca do idéia forte mesmo “
27/04 12:25:48
Eis nossa resposta:
Daqui da espelunca, não temos receio de encarar a realidade, ou seus simulacros, como o caso do pretexto teor pornográfico.
Assim, conseguimos enxergar no post citado, mais do que uma simples ofensa moral (moral de quem, dos “seus” bons costumes???), uma crítica ao absurdo de uma sociedade que chega ao limite de necessitar de um produto que reproduz nos mínimos detalhes um companheiro(a), na tentativa de simular e controlar a realidade.
Então preferimos ficar assim, na espelunca, mas livres de visões preconceituosas de qualquer espécie, encarando a realidade como ela é, sem se omitir, nem censurar, qualquer tipo de informação.