Pra encerrar a semana pré-natalina em clima de confronto, ressentimento e muita vontade de botar pra foder, vamos aumentar o volume e apreciar o verdadeiro muro sonoro do The Dead Wheather en “Treat me Like your Mother”, mostrando um típico casal do Tennessee discutindo sua relação. Bejomeliga.
Ps: é impressionante a capacidade do Jack White de compor essas sonzeras … Aproveitem pra ouvir “I Cut Like a Bufallo”.
Vídeo feito para comemorar os 20 anos da TAC (Transport Accident Commission), órgão do governo australiano que cuida da prevenção de acidentes de tráfego. Com imagens extremamente fortes e emocionantes, o filme é um tapa na cara do público que, com certeza, vai pensar duas vezes antes de fazer a besteira de dirigir embriagado.
O mundo tem muita informação, um dos jeitos de lidar com isso é filtrar. Há várias maneiras disso acontecer, no caso do vídeo e seu excesso em vários sites como YouTube, Vimeo e etc… uma solução é o site Vidque. O que eu achei legal é que tem uma divisão por assuntos. Vale um bookmark.
Em 1998, um grupo de jovens mergulhou nas profundezas da bunda brasileira. Lá, eles encontraram poesia, curvas, músculos, obsessão, dinheiro, carreiras, famílias, pessoas e mais um incontável número de itens que giram em torno dessa paixão nacional.
Se todo mundo que vira o pescoço para olhar a retaguarda alheia ajoelhasse diante da cruz, a população brasileira teria sérios problemas nas articulações. Não se trata de nenhuma obra-prima, é verdade, mas foi realizado com muita raça e com a ajuda dos amigos, também jovens na ocasião. Eu, Chileno, Susan e Raquel na realização, Mr. Menecucci na montagem e alguns ratos(literalmente), que nos acompanharam no Media 100 na Zona Leste. Um abraço!
Mais apreciada que a cerveja Kaiser e mais polêmica que a mulher de três tetas no programa da Márcia. Direto do reto do tempo, O Poder da Bunda no Brasil.
Ainda na pegada de mostrar que só partir da Confecom um movimento de depuração da mídia pode começar, posto mais um videozinho bobo mas incoveniente que pega no pé de um dos integrantes de um programinha de TV: o tal CQC, cuja fórmula já deu o que tinha que dar e vive hoje de um algum humorzinho rastaquera e muito merchan. No video abaixo, o Rafinha Bastos (é esse o nome do cidadão?) é importunado como ele mesmo faz com outras figuras públicas. Até aí, nada que justifique sua publicação por aqui, já que não damos audiência pra esse tipo de gente (rs) Mas o que me leva a postar esse registro de como é legal ver nego chato ser chateado é o que tal Rafinha, através de reclamação formal ao Google, alegou “direitos exclusivos de imagem da Rafinha Produções” e pediu a retirada do YouTube
Nosso gigante gentil de Mountain View acatou a reclamação, mas o vídeo terá vida longa na internet, ao contrário da fama do sujeitinho na vida real.
Como vcs podem perceber, pessoinhas, ando sem paciência com as figuras medíocres da nossa indústria “porcalística”.
E para que vcs, fiéis visitantes do IF não digam que ando muito pessimista, assistam o vídeo feito pelo Intervozes Coletivo Brasil de Comunicação Social, com uma montagem que o faz ficar com a cara do premiado curta Ilha das Flores, sendo tão contundente e emocionante como ele:
Semana passada ficou pronta minha bike fixed gear, pelas mãos da rapaziada da Bike Rondina e consultoria do Sujeira aqui do IF e do Pablo do Juice Studio, mestres da magrela fixa. Na noite chuvosa de quinta feira, 03/12/09, rolou minha primeira partida de bike polo, em uma quadra de esportes na Vila Madalena. Esta quinta tem mais!